Esporte
Ginasta do CNAT brilha no Brasileiro de GR em Natal e mira o Troféu Brasil
Atleta do IFRN destaca rotina de treinos, apoio da escola e emoção de competir em casa
Publicada por Romana Xavier em 08/05/2026 ― Atualizada em 8 de Maio de 2026 às 23:04
A ginasta do CNAT e estudante do IFRN viveu uma experiência marcante ao competir no Campeonato Brasileiro de Ginástica Rítmica realizado em Natal, entre os dias 27 de abril e 3 de maio, no ginásio Nélio Dias. Integrando a categoria Elite, considerada uma das mais disputadas da modalidade, ela enfrentou 17 atletas de alto nível, entre elas ginastas olímpicas, finalistas mundiais e medalhistas em Copas do Mundo.
Praticando ginástica rítmica desde os 8 anos de idade, quando iniciou na escolinha do Contemporâneo, a atleta construiu uma trajetória de dedicação e evolução no esporte. Aos 10 anos, passou a integrar a Aginat América, clube onde segue treinando até hoje.
A preparação para a competição exigiu uma rotina intensa de treinos. Segundo a atleta, os treinamentos acontecem cerca de cinco horas por dia, seis vezes por semana. Aos sábados, os treinos são realizados em dois períodos.
“Os treinos eram intensos. A gente treina cerca de cinco horas por dia, seis vezes na semana. No sábado, treinamos dois períodos”, destacou.
A atleta também ressaltou a importância do suporte recebido no ambiente escolar para conseguir conciliar os estudos com a rotina esportiva. “Desde que entrei no IFRN, a escola tem apoiado bastante e sempre me dá suporte, já que é bem difícil conciliar os estudos com a rotina de treinos”, afirmou.
Ela é treinada por Gilmara Lira, da Aginat América, que também é a treinadora responsável pelo programa Revelar Talentos. Competir em casa tornou o Campeonato Brasileiro ainda mais especial para a ginasta. “Foi uma experiência única competir o Brasileiro em casa. Foi ainda mais especial do que nos outros anos em que competi. Foi essencial o apoio de toda a torcida, minha família, amigos e toda a equipe”, contou.
O evento reuniu atletas de todo o Brasil, de escolas públicas e privadas, com ginastas a partir dos 16 anos de idade.
Agora, a atleta já volta suas atenções para o Troféu Brasil e mantém expectativas positivas para a próxima competição.“Minhas expectativas são as melhores. Eu só quero fazer todas as minhas séries bem e sair feliz e satisfeita do tapete, sabendo que fiz o meu melhor”, concluiu.