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Projeto de Pesquisa

Mulheres em Movimento 4.0: desenvolvimento e aplicação de um programa de atividade física com monitoramento digital para promoção da saúde mental, aptidão física e empoderamento de adolescentes em São Paulo do Potengi/RN

Em execução

O presente projeto tem como objetivo analisar os efeitos de um programa estruturado de atividade física associado ao monitoramento digital sobre a saúde mental, aptidão física e percepção de empoderamento em adolescentes do sexo feminino no município de São Paulo do Potengi/RN. A proposta fundamenta-se na elevada prevalência de sedentarismo e no aumento dos níveis de ansiedade entre adolescentes, especialmente entre meninas, conforme evidenciado na literatura científica (HALLAL et al., 2012; WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2020).

A adolescência configura-se como um período crítico para a formação de hábitos de vida, sendo a prática de atividade física uma estratégia essencial para a promoção da saúde física e mental. Evidências apontam que a atividade física contribui significativamente para a redução de sintomas de ansiedade, melhora da autoestima e desenvolvimento psicossocial (BIDDLE; ASARE, 2011).

Trata-se de um estudo quase experimental, com delineamento pré e pós-intervenção, envolvendo adolescentes com idade entre 14 e 18 anos. Serão utilizados instrumentos validados, como o Inventário de Ansiedade de Beck (BECK et al., 1988), a Escala de Autoestima de Rosenberg (ROSENBERG, 1965) e testes físicos baseados nas diretrizes do American College of Sports Medicine (ACSM, 2018).

A intervenção terá duração de 12 semanas, com frequência de três sessões semanais, incluindo exercícios aeróbicos, treinamento funcional e atividades coletivas voltadas ao empoderamento feminino. Como diferencial metodológico, o projeto incorpora o uso de ferramentas digitais, como Google Forms e Google Sheets, para monitoramento contínuo, coleta de dados e análise da evolução das participantes.

Espera-se como resultados a redução dos níveis de ansiedade, melhora da aptidão física, aumento da autoestima e fortalecimento do empoderamento feminino. Como produto final, será desenvolvido um guia digital de intervenção, possibilitando a replicação do projeto em outros contextos educacionais. Além disso, o projeto contribui para a formação científica de alunas e está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente ODS 3 (Saúde e Bem-Estar) e ODS 5 (Igualdade de Gênero).

O presente projeto tem como objetivo analisar os efeitos de um programa estruturado de atividade física associado ao monitoramento digital sobre a saúde mental, aptidão física e percepção de empoderamento em adolescentes do sexo feminino no município de São Paulo do Potengi/RN. A proposta fundamenta-se na elevada prevalência de sedentarismo e no aumento dos níveis de ansiedade entre adolescentes, especialmente entre meninas, conforme evidenciado na literatura científica (HALLAL et al., 2012; WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2020).

A adolescência configura-se como um período crítico para a formação de hábitos de vida, sendo a prática de atividade física uma estratégia essencial para a promoção da saúde física e mental. Evidências apontam que a atividade física contribui significativamente para a redução de sintomas de ansiedade, melhora da autoestima e desenvolvimento psicossocial (BIDDLE; ASARE, 2011).

Trata-se de um estudo quase experimental, com delineamento pré e pós-intervenção, envolvendo adolescentes com idade entre 14 e 18 anos. Serão utilizados instrumentos validados, como o Inventário de Ansiedade de Beck (BECK et al., 1988), a Escala de Autoestima de Rosenberg (ROSENBERG, 1965) e testes físicos baseados nas diretrizes do American College of Sports Medicine (ACSM, 2018).

A intervenção terá duração de 12 semanas, com frequência de três sessões semanais, incluindo exercícios aeróbicos, treinamento funcional e atividades coletivas voltadas ao empoderamento feminino. Como diferencial metodológico, o projeto incorpora o uso de ferramentas digitais, como Google Forms e Google Sheets, para monitoramento contínuo, coleta de dados e análise da evolução das participantes.

Espera-se como resultados a redução dos níveis de ansiedade, melhora da aptidão física, aumento da autoestima e fortalecimento do empoderamento feminino. Como produto final, será desenvolvido um guia digital de intervenção, possibilitando a replicação do projeto em outros contextos educacionais. Além disso, o projeto contribui para a formação científica de alunas e está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente ODS 3 (Saúde e Bem-Estar) e ODS 5 (Igualdade de Gênero).

O presente projeto tem como objetivo analisar os efeitos de um programa estruturado de atividade física associado ao monitoramento digital sobre a saúde mental, aptidão física e percepção de empoderamento em adolescentes do sexo feminino no município de São Paulo do Potengi/RN. A proposta fundamenta-se na elevada prevalência de sedentarismo e no aumento dos níveis de ansiedade entre adolescentes, especialmente entre meninas, conforme evidenciado na literatura científica (HALLAL et al., 2012; WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2020).

A adolescência configura-se como um período crítico para a formação de hábitos de vida, sendo a prática de atividade física uma estratégia essencial para a promoção da saúde física e mental. Evidências apontam que a atividade física contribui significativamente para a redução de sintomas de ansiedade, melhora da autoestima e desenvolvimento psicossocial (BIDDLE; ASARE, 2011).

Trata-se de um estudo quase experimental, com delineamento pré e pós-intervenção, envolvendo adolescentes com idade entre 14 e 18 anos. Serão utilizados instrumentos validados, como o Inventário de Ansiedade de Beck (BECK et al., 1988), a Escala de Autoestima de Rosenberg (ROSENBERG, 1965) e testes físicos baseados nas diretrizes do American College of Sports Medicine (ACSM, 2018).

A intervenção terá duração de 12 semanas, com frequência de três sessões semanais, incluindo exercícios aeróbicos, treinamento funcional e atividades coletivas voltadas ao empoderamento feminino. Como diferencial metodológico, o projeto incorpora o uso de ferramentas digitais, como Google Forms e Google Sheets, para monitoramento contínuo, coleta de dados e análise da evolução das participantes.

Espera-se como resultados a redução dos níveis de ansiedade, melhora da aptidão física, aumento da autoestima e fortalecimento do empoderamento feminino. Como produto final, será desenvolvido um guia digital de intervenção, possibilitando a replicação do projeto em outros contextos educacionais. Além disso, o projeto contribui para a formação científica de alunas e está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente ODS 3 (Saúde e Bem-Estar) e ODS 5 (Igualdade de Gênero).

Projeto importado do Suap em 15/05/2026 às 04:11 (há 2 horas, 18 minutos)