POPULAÇÃO PRETA E PARDA NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E NO MUNDO DO TRABALHO NO BRASIL
Em execuçãoNo Brasil é impossível distinguir preconceito de classe social de preconceito de raça, de modo que, no país que mais escravizou africanos sendo o último a abolir a escravidão, raça informa classe social. Em vista disso, apresentamos notas prévias de uma pesquisa desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte, sobre o acesso da população preta e parda à educação profissional e ao mundo do trabalho. A metodologia de pesquisa ora utilizada é bibliográfica e documental e faz uso de forma estrutural dos Censos Demográficos do Brasil, observando das notas técnicas aos indicadores para sedimentar uma análise fundamentada no materialismo histórico-dialético. Os estudos iniciais dão conta de justificativas pouco convincentes para a agregação de pardos e pretos no grupo populacional negro, o que faz com que as aproximações estatísticas socioeconômicas e as discriminações sofridas por ambos os grupos sejam consideradas da mesma natureza nos estudos analisados.
Projeto importado do Suap em 24/03/2026 às 04:46 (há 1 semana)