Após a descoberta do fogo, a defumação talvez tenha sido o processo mais importante descoberto pelo homem nesta época, este método de conservação de alimentos nos permitiu a origem do que temos hoje como churrasco. A fumaça líquida é um meio mais rápido para se obter a defumação, visto que, esta consegue penetrar mais facilmente no alimento além de maior controle no processo. O extrato pirolenhoso pode ser produzido através da queima de muitos materiais orgânicos e dentre eles a Prosopis Juliflora conhecida popularmente na nossa região como algaroba, uma planta com alta capacidade de regeneração, resistente e abundante no sertão, mas que é considerada uma “praga”. Atualmente o mercado despertou o interesse na produção de fumaça líquida por ela ser modificável, seja por via térmica ou catalítica, apresentando diferentes usos, sendo elas medicinais, farmacêuticas e/ou alimentícias. Uma maneira promissora de agregar valor a esta espécie é utilizando-a como base para a obtenção de fumaça líquida e assim inseri-la no mercado como um produto de alto potencial econômico. Diante do exposto, a presente pesquisa visa a produção de fumaça líquida da algaroba (Prosopis Juliflora), tendo como finalidades principais ressaltar o potencial madeireiro da planta, além de produzir um ingrediente de qualidade para uso na indústria de alimentos.
Projeto importado do Suap em 08/08/2026 às 03:11 (há 16 horas, 41 minutos)