A qualidade de um produto alimentício depende de suas propriedades sensoriais, nutricionais e higiênicas, normalmente alteradas durante estocagem e comercialização. O uso de biofilmes comestíveis como coberturas de frutas e hortaliças vem despertando grande interesse pela capacidade inerente de retardar a deterioração e pela sua degradabilidade, além da manutenção da qualidade do alimento. A utilização de polissacarídeos, como a quitosana, tem se revelado alternativa viável pelo baixo custo, biodegradabilidade e ação fungicida. Aditivada com plastificante para ampliar a elasticidade, e com nanocarga de argila para incrementar suas propriedades de barreira contra gases, a quitosana reúne o conjunto necessário de características exigidas para aplicação como biofilme comestível. Este projeto prevê a produção e caracterização de biofilmes argilo-poliméricos à base de quitosana, para aplicação como retardante do processo de amadurecimento de frutos e hortaliças.
Projeto importado do Suap em 15/08/2026 às 03:11 (há 16 horas, 57 minutos)