A situação de degradação do solo é preocupante no Brasil e no mundo, pois devido ao uso indevido do solo, com práticas inadequadas como o desmatamento para cultivo de monocultura ou pastagem, o uso de agrotóxicos e o esgotamento dos minerais pelo cultivo sem pousio ou reposição mineral acabam gerando vários tipos de degradação, acarretando em solos pobres e com necessidade de recuperação. Nesse contexto, esse trabalho de pesquisa vem sendo realizado com o objetivo de recuperar uma área degradada, no município de Parazinho/RN, com o cultivo da palma forrageira Orelha de Elefante Mexicana (Opuntia stricta Haw), adubada com biossólido (lodo de esgoto), como alternativas sustentáveis de recuperação de áreas degradadas ou em processo de degradação. Para tanto, está em fase de implantação uma área experimental no referido município, onde será cultivada a palma forrageira irrigada e adensada (0,30 x 2,0 m), sendo adotado o delineamento experimental de blocos casualizados, com 04 tratamentos (T1, T2, T3 e T4) com 06 repetições dentro de cada bloco, num total de 24 plantas por bloco, em 04 blocos. O tratamento T1 será a testemunha absoluta com cultivo em solo exposto (sem manejo), apenas irrigado. No tratamento T2, o cultivo irrigado receberá adubação com esterco de curral. No tratamento T3, o cultivo irrigado receberá adubação com uma dose de biossolido, baseando-se na quantidade recomendada pela análise de solo. E T4, o cultivo irrigado receberá adubação com duas vezes a dose de biossólido, baseando-se, também, na recomendação de adubação pela análise do solo. Para uso do biossólido, serão cumpridas as etapas de preparo com caleação e exposição ao sol, para atender as recomendações técnicas estabelecida na legislação devido à presença de patógenos (principalmente ovos viáveis de helmintos). O que se almeja com este estudo é que haja recuperação dessa área degradada através da implantação de um plano de recuperação com cultivo da palma forrageira adubada organicamente, uma vez que, a adubação orgânica, resgatará atributos físicos e químicos degradados no solo. Ao mesmo tempo, a palma forrageira, devido a sua rusticidade e fácil adaptação às condições edafoclimáticas adversas, permitirá que esta cultura forneça ração animal a um baixo custo de implantação e manutenção, tornando viável seu cultivo e a recuperação da área em apreço. A situação de degradação do solo é preocupante no Brasil e no mundo, pois devido ao uso indevido do solo, com práticas inadequadas como o desmatamento para cultivo de monocultura ou pastagem, o uso de agrotóxicos e o esgotamento dos minerais pelo cultivo sem pousio ou reposição mineral acabam gerando vários tipos de degradação, acarretando em solos pobres e com necessidade de recuperação. Nesse contexto, esse trabalho de pesquisa vem sendo realizado com o objetivo de recuperar uma área degradada, no município de Parazinho/RN, com o cultivo da palma forrageira Orelha de Elefante Mexicana (Opuntia stricta Haw), adubada com biossólido (lodo de esgoto), como alternativas sustentáveis de recuperação de áreas degradadas ou em processo de degradação. Para tanto, está em fase de implantação uma área experimental no referido município, onde será cultivada a palma forrageira irrigada e adensada (0,30 x 2,0 m), sendo adotado o delineamento experimental de blocos casualizados, com 04 tratamentos (T1, T2, T3 e T4) com 06 repetições dentro de cada bloco, num total de 24 plantas por bloco, em 04 blocos. O tratamento T1 será a testemunha absoluta com cultivo em solo exposto (sem manejo), apenas irrigado. No tratamento T2, o cultivo irrigado receberá adubação com esterco de curral. No tratamento T3, o cultivo irrigado receberá adubação com uma dose de biossolido, baseando-se na quantidade recomendada pela análise de solo. E T4, o cultivo irrigado receberá adubação com duas vezes a dose de biossólido, baseando-se, também, na recomendação de adubação pela análise do solo. Para uso do biossólido, serão cumpridas as etapas de preparo com caleação e exposição ao sol, para atender as recomendações técnicas estabelecida na legislação devido à presença de patógenos (principalmente ovos viáveis de helmintos). O que se almeja com este estudo é que haja recuperação dessa área degradada através da implantação de um plano de recuperação com cultivo da palma forrageira adubada organicamente, uma vez que, a adubação orgânica, resgatará atributos físicos e químicos degradados no solo. Ao mesmo tempo, a palma forrageira, devido a sua rusticidade e fácil adaptação às condições edafoclimáticas adversas, permitirá que esta cultura forneça ração animal a um baixo custo de implantação e manutenção, tornando viável seu cultivo e a recuperação da área em apreço.
Projeto importado do Suap em 13/08/2026 às 03:11 (há 3 horas, 13 minutos)