O projeto propõe-se a aprimorar os aparelhos e processos envolvidos na extração e beneficiamento da apitoxina (veneno da abelha), através da continuação de pesquisa iniciada no edital 10/2015 da PROPI, no qual desenvolveu-se um primeiro protótipo de extrator de apitoxina. O desenvolvimento do projeto, parte da necessidade de aumentar a quantidade e melhorar a qualidade do produto final. Para tanto, serão levantados, pelos profissionais da área de apicultura, os requisitos e parâmetros aos quais os equipamentos devem atender. Essa etapa será embasada em estudo de normas, exigências de mercado e análise dos equipamentos existentes. Com base nesses requisitos, será continuado o desenvolvimento do extrator, com circuito digital de controle microcontrolado, e uma estufa hermeticamente fechada para secagem in loco do produto, com o objetivo de armazenar as placas de vidro coletoras logo após a sua extração, impedindo que estas tenham contato com sujidades como poeira e outros contaminantes existentes no ambiente. Nesse sentido, propõe-se também como melhoria, um novo desing para as placas de vidro nas quais o apicultor não terá contato com a área onde o veneno é depositado, evitando assim, uma possível contaminação. Além disso, será investigado um novo método para retirada da apitoxina das placas coletoras, através da tecnologia de ultrasson, que tem como principal vantagem evitar o contato de objetos com as placas e exposição das mesmas ao ambiente, o que corrobora com a premissa de garantir uma qualidade superior ao produto como exige o mercado, tendo em vista que atualmente a retirada da apitoxina das placas de vidro é feita por meio de razpagem da mesma com lâmina de estilete. Dessa foram, espera-se, ao final do trabalho, desenvolver equipamentos e técnicas de manejo que melhorem o processo de extração da apitoxina tanto nos aspectos quantitativos como qualitativos.
Projeto importado do Suap em 13/08/2026 às 03:11 (há 10 horas, 29 minutos)