fortalecimento das cooperativas, associações e empreendimentos econômico solidários da agricultura familiar
Em execuçãoO cooperativismo surgiu como uma alternativa contra as desigualdades sociais, pautando-se nas premissas de associação e cooperação entre as pessoas, e as cooperativas, nesse contexto, podem ser instrumentos de auto-organização e mobilização de recursos, propiciando melhorias quali e quantitativas no desenvolvimento de comunidades e grupos em vários locais.
Conforme destaca Bueno (2001, p.28):
A história das mulheres no cooperativismo tem como marco inicial (...) a participação, em 1844, de uma única mulher em um grupo de vinte e oito tecelões que se reuniram para fundar a primeira cooperativa do mundo, um armazém de compra e venda: estamos retomando os pioneiros de Rochdale, Manchester/Inglaterra, que instituíram as bases do cooperativismo atual.
Em vários municípios essas experiências permanecem se reproduzindo, seja em zona urbana ou rural, por meio de práticas ancestrais vinculadas à atividade agrícola e, de um modo geral, tem garantido, ao longo do tempo, não apenas a produção de alguns alimentos básicos à mesa das famílias urbanas ou rurais. Além disso, algumas dessas experiências são relevantes oportunidades de geração de renda pela venda dos produtos excedentes, que são comercializados muitas vezes na própria comunidade ou em feiras locais. E esse contexto apresenta-se como cenário fértil para o fomento ao cooperativismo como forma de organização em torno da colaboração entre as mulheres que estão à frente dessas experiências e, ademais, como caminho para conquista de resultados e vantagens que dificilmente conquistariam sozinhas.
Projeto importado do Suap em 09/03/2026 às 04:41 (há 12 horas, 10 minutos)