O Plantio, Colheita e a Caracterização de Fibras de Algodão Branco na Região Seridó.
ConcluídoO algodoeiro Gossypium spp é uma das plantas mais antigas em cultivo no Brasil, e tudo leva a crer que já estivesse sendo cultivada em nosso território pelos povos indígenas há anos. No passado, o algodão brasileiro gozou de grande reputação nos mercados internacionais, principalmente na Inglaterra, durante a Revolução Industrial, alimentando a indústria têxtil do país. No Nordeste, o algodoeiro mocó (Gossypium hirsutum L. r. marie galante Hutch) teve seu destaque, sendo produzido nas regiões semiáridas do Rio Grande do Norte e Paraíba, principalmente nas cidades de Parelhas, Acari, Caicó, Ouro Branco e Cruzeta. Seu declínio aconteceu na década de 1970 até meados de 1980, devido a vários fatores, tendo como um deles a chegada do inseto conhecido como bicudo. Atualmente, o Brasil tem se mantido entre os cinco maiores produtores mundiais de algodão, ao lado de países como China, Índia, EUA e Paquistão. O Brasil tem figurado também entre os maiores exportadores mundiais. O cenário interno é promissor, pois estamos entre os maiores consumidores mundiais de algodão em pluma. Portanto, um dos objetivos deste trabalho é apresentar os bons resultados nas análises das fibras de algodão mocó, fazendo aflorar a multidimensionalidade deste algodão no semiárido nordestino, considerando-se as suas bases históricas, técnicas, sociológicas e mercadológicas para apontar caminhos que poderão contribuir com o desenvolvimento da região do Seridó e sua sustentabilidade futura.
Projeto importado do Suap em 13/03/2026 às 04:41 (há 12 horas, 13 minutos)