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Projeto de Extensão

DESENVOLVENDO HÁBITOS ALIMENTARES ALTERNATIVOS EM ESCOLAS MUNICIPAIS

Concluído

O Brasil é um país territorialmente vasto, rico em fauna e flora, favorecendo a qualidade alimentar devido a diversidade de alimentos, que utilizados na totalidade podem colaborar para uma vida mais saudável. Revendo a questão dos hábitos alimentares da sociedade atual percebe-se que culturalmente ainda são poucas as pessoas/famílias que optam por uma alimentação saudável. Considerando que constitui dever da família cuidar da alimentação também cabe a ela a opção por utilizar ou não alimentos alternativos disponíveis na flora brasileira e que são de alto valor nutritivo e que geralmente não são utilizados de forma correta como os farelos (de arroz e de trigo), as folhas verde-escuras (de batata doce, mandioca), casca de ovo e as sementes (de abóbora, melancia, gergelim, jaca, caju e melão) e também a incorporação de bons hábitos de higiene e desses alimentos na rotina diária. Neste sentido, a iniciativa de políticas públicas ou ações de entidades que ofereçam uma formação sobre a importância de uma alimentação alternativa faz-se necessário para propor qualidade de vida nutricional às pessoas de baixo poder aquisitivo. Foi pensando nesta possibilidade de esclarecer melhor sobre o aproveitamento integral dos alimentos que elaborou-se este projeto, com o objetivo de realizar oficinas de alimentação alternativa no intuito de vivenciar com as gestoras das escolas, a viabilidade de práticas alternativas de alimentação, em tempos cada vez mais difíceis economicamente e com valor nutricional equivalentes aos necessários a serem ingeridos por dia , abrangendo não só a alimentação, como necessidade básica de sobrevivência mas a realidade sócio- cultural e econômica do Brasil. Assim percebe-se a necessidade de orientar as comunidades carentes das creches a cerca da importância da alimentação alternativa e do reaproveitamento dos alimentos como forma de prevenção de doenças. Sabe-se que a maior parte das pessoas que moram em comunidades se encontra em situação de baixa renda e sofrendo por falta de educação, emprego, moradia e principalmente saúde e desconhecem novas alternativas para uma boa alimentação. Acredita-se que a valorização das origens, tradições e diferenças, vêm unificar o sentimento de irmandade, solidariedade e esperança, buscando atenuar a fome que ora figura como fator primordial através de busca de soluções alternativas, entretanto, a fome de conhecimento também será inclusa em nossas ambições, visto que não só o corpo precisa de alimento, mais também a alma e a mente. Isto deverá ser implantado em um curto período de tempo (sete meses) e a um baixíssimo custo.

Projeto importado do Suap em 24/03/2026 às 04:41 (há 1 semana, 2 dias)