O artista Moçambicano residente no Brasil pretende através da sua corpografia compartilhar e trocar com os participantes o lugar onde nasce a dança ancestral. Através da prática, busca traduzir os símbolos da natureza - corpo que se presenciam no espiral do seu livro recém-publicado em Recife nesse ano. Sopra- nos com isso - Em que se diferenciam danças milenares das contemporâneas ou até que ponto podemos pensar que a própria contemporaneidade também está virando uma tradição? Dia 20 de Novembro Das 18 as 21 hrs
Sincronizado em 17/05/2026 às 04:12 (há 2 horas, 53 minutos)