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Internacionalização

IFRN discute cooperação técnico-científica com Academia Chinesa de Ciências Geológicas

20/01/2021 - Universidade Federal do RN também integra iniciativa

 IFRN discute cooperação técnico-científica com Academia Chinesa de Ciências Geológicas

Na reunião, Teixeira apresentou a estrutura do CT Mineral

Às dez horas da manhã da terça-feira (19) no Brasil – o equivalente às 21h no horário da China –, a Diretoria de Inovação Tecnológica do IFRN (Ditec, setor integrante da estrutura da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação), a Associação Sino Brasileira de Mineração (ASBM) e a Pró-Reitoria de Pesquisa da UFRN estiveram reunidas, por videoconferência, com a Academia Chinesa de Ciências Geológicas. A pauta envolvia temas como o início das tratativas para o desenvolvimento de Intercâmbio de alunos entre instituições de ensino na área de Geologia da China e do Brasil e a discutição sobre os termos para o início do desenvolvimento de cooperação em pesquisas.

Produtos tecnológicos

Mediada por Luís Guimarães, presidente da ASBM, a reunião durou pouco mais de 45 minutos, tempo de instituições serem apresentadas, as possíveis propostas serem apontadas e de João Teixeira, diretor na Ditec, apresentar a estrutura do Centro de Tecnologia Mineral José Yvan Pereira Leite, empreendimento do IFRN localizado na cidade de Currais Novos. Dados estatísticos – como número de cursos, estudantes e iniciativas na área de mineração – também fizeram parte da abertura da reunião.

Na oportunidade, Teixeira falou de projetos que vêm sendo desenvolvidos e do potencial da cooperação em discussão: “a parceria com a Agência Nacional de Mineração da China é fundamental para que a gente consiga avançar na prestação de serviços tecnológicos junto às empresas do setor produtivo mineral, contribuindo para o arranjo produtivo local e o desenvolvimento de projeto de pesquisa, principalmente aqueles que tratam de minerais estratégicos, como nióbio e tântalo”, disse.  O diretor ainda destacou que as ações em conjunto estimularão a capacitação de mão de obra especializada na área e o “consequente desenvolvimento de novos produtos tecnológicos, por meio de patentes de transferência de tecnologia, um dos grandes objetivos do CT Mineral do IFRN”, disse.

Cooperação

As pesquisadoras e pesquisadores das instituições de ensino brasileiras presentes à videoconferência ouviram do intérprete chinês o reconhecimento do potencial do Rio Grande do Norte na área geológica, sendo citada várias vezes a qualidade de pedras preciosas como a turmalina, encontrada no Seridó potiguar. Falando pela UFRN, Sibele Pergher, pró-reitora de Pesquisa, indicou a necessidade de uma agenda de atividades, inclusive com ações presenciais, pós-pandemia.

Para Avelino Neto, pró-reitor de Pesquisa e Inovação do IFRN, a reunião com a Chinese Academy of Geological Sciences foi um primeiro passo na consolidação de uma cooperação com o IFRN e a UFRN: “E isso em termos de intercâmbio de alunos, empresas e produtos, bem como pesquisas e consultoria. O encaminhamento, a proposição de uma agenda inicial de atividades conjuntas para o ano de 2021, deixa clara a intenção mútua de seguirmos no desenvolvimento dessa parceria”, finalizou.

Centro de Tecnologia Mineral

 “Atuar para a criação de novas técnicas de prospecção, produção e caracterização para a obtenção de minerais estratégicos como tântalo, nióbio e terras raras”. Esse é um dos propósitos do Centro de Tecnologia Mineral do IFRN, “centro de pesquisa, desenvolvimento, inovação, prestação de serviços tecnológicos e capacitação de mão-de-obra especializada que atende às demandas de educação profissional e tecnológica”, nas palavras de João Teixeira. O CT Mineral, que conta com estruturas para o desenvolvimento de planos, programas e projetos relacionados ao ensino na área, é o 21º Centro deste tipo no Brasil, o segundo da rede de Institutos Federais (IFRN e IFES), e o segundo em todo o Nordeste. Com uma área de, aproximadamente, 800 m², o Centro potiguar abriga dois laboratórios de pesquisa, uma planta-piloto, uma área de preparação da amostra, seis salas incubadoras, cinco salas para grupos de pesquisa, sala de treinamento, além de um centro de gestão.

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