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Colégio de Dirigentes

Codir realiza reunião extraordinária

17/07/2020 - Encontro virtual tratou de quatro pautas

Codir realiza reunião extraordinária

Colégio de Dirigentes se reuniu na manhã da quinta, 16/7

Reunido virtualmente na manhã desta quinta (16), o Colégio de Dirigentes (Codir) do IFRN discutiu pautas ligadas  a ações de enfrentamento à Covid-19 para o momento em que for possível o retorno às atividades acadêmicas. O Codir, integrante da Administração Geral da Instituição, tem função consultiva sobre matéria administrativa, sendo composto pelo reitor, como presidente, e pelos pró-reitores, diretores-gerais dos campi e campi Avançados, além dos diretores sistêmicos. 

No início da reunião, a pró-reitora de Administração, Raquel Costa, sugeriu a inserção de um novo ponto de pauta, em que propunha tratar de demandas da Diretoria de Engenharia (Dieng) para enfrentamento à Covid-19 diante do Plano de Contingência do IFRN. Após a fala da pró-reitora e de Iara Brito, engenheira da Dieng, alguns dos dirigentes fizeram seus questionamentos, buscando diretrizes sistêmicas para que cada campus possa construir seu planejamento, como os professores Alan Oliveira, diretor-geral do Campus Nova Cruz, e Renato Dantas, do Campus São Paulo do Potengi.

Alan buscou informações sistêmicas sobre planejamento de retorno às aulas junto ao professor Josué Moreira, reitor pro tempore do Instituto. Josué disse que o foco inicial das ações está na definição das estruturas, em obediência às orientações do Comitê Covid-19. “As definições para o retorno propriamente dito estão em discussão e serão apresentadas posteriormente. Já Renato indagou a possibilidade de unificar as ações e de serem apresentadas ao Colégio de Dirigentes diretrizes ou planilhas, com o suporte da Dieng, que possam orientar as ações dos campi: “pois, se cada um ficar fazendo de uma maneira, a operacionalidade dessas ações será muito dificultosa”, disse. À fala dos diretores, o professor Josué disse ser necessário que os diretores gerais comecem a pensar localmente o que pode ser feito: “Exemplos de situações que podem ser criadas existem às centenas e as diretrizes que a Reitoria fizer – e tenham dúvidas que vão ser feitas - não serão como receita de bolo diante de cada instante e de cada particularidade”. Como encaminhamento dessa discussão, nova sugestão de Raquel apontou para uma reunião de alinhamento entre a Pró-Reitoria de Administração (Proad), a Diretoria de Engenharia, as Coordenações de Manutenção, o Comitê Covid-19 central e seus comitês locais, que aconteceu nesta sexta (17). Ainda ficou acertado que a Pró-Reitoria de Ensino convocará o Comitê de Ensino para as discussões sobre o retorno acadêmico.

Atividades Estudantis

O segundo ponto em discussão também contou com a participação da Pró-Reitoria de Administração. Roberto Cavalcante, administrador lotado na Proad, compartilhou dados sobre os recursos do IFRN para a área sob responsabilidade da Diretoria de Atividades Estudantis. Com poucos mais de R$ 16 milhões a serem gastos pelo instituto em atividades de amparo e suporte a estudantes, Roberto destacou a urgência em dar andamento à execução orçamentária e apresentou números do repasse aos campi. Ao questionamento do diretor-geral do Campus Currais Novos, professor Andreilson Oliveira, sobre o posicionamento da Digae sobre como poderão ser utilizados os recursos ordinariamente destinados à alimentação e transporte de estudantes, por exemplo, o reitor pro tempore disse que em uma próxima oportunidade, o diretor – recém nomeado – falará sobre o tema. Raquel Costa, então, disse ter entrado com pedido de orientação acerca do tema junto à Subsecretaria de Planejamento e Orçamento do Ministério da Educação (MEC) e que espera retorno. Representando o diretor-geral do Campus Ipanguaçu, Geraldo Jr., a pedagoga Luciana Medeiros propôs encaminhamento para que a Pró-Reitoria de Ensino, o Comitê de Ensino, a Digae e a Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (Prodes) discutam o tema. Roberto Cavalcante ainda acrescentou que a presença da Prodes nesse debate é indispensável.

O terceiro ponto da reunião foi a proposta de calendário de reuniões ordinárias, construída em conjunto e aprovada pelo Colégio de Dirigentes e o último ponto foi para expedientes e informes.

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