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Sobre desafios e novidades: entrevista com Odisseia Gaspareto, diretoria de Atividades Estudantis do IFRN

11/05/2018 - Série de entrevistas com gestores sistêmicos chega à Diretoria de Atividades Estudantis

Sobre desafios e novidades: entrevista com Odisseia Gaspareto, diretoria de Atividades Estudantis do IFRN

Para Odisseia, atender demandas dos estudantes é a principal preocupação da Digae

Brasiliense de nascimento, mineira de criação e natalense/currais-novense de coração. Assim se define Odisseia Gaspareto, gestora da Diretoria de Atividades Estudantis (Digae) do IFRN. Formada em Engenharia Química, Odisseia tem mestrado e doutorado na mesma área, tudo pela UFRN. “Entrei no Instituto em 2006, pelo Campus Currais Novos, onde atuei como diretora acadêmica, diretora da Usina Escola, coordenadora do curso de Alimentos e coordenadora do Mulheres Mil”, disse Odisseia. Em março de 2017 a professora chegou, via remanejamento, ao Campus Central do IFRN. Em agosto do mesmo ano, convidada pelo reitor, assume a Digae. Odisseia falou com a equipe da Assessoria de Comunicação Social e Eventos da Reitoria sobre desafios e novidades da Diretoria.

1 – Quais são as metas mais urgentes da Digae? 

Atender demandas dos estudantes. Esta é a principal preocupação da Diretoria. Mantendo um diálogo amplo e direto com as Coordenação de Atividades Estudantis (Coaes), temos podido saber as necessidades dos campi, acompanhando as ações implementadas, sem deixar de dar atenção ao planejamento de novas atividades e, ainda, demandas extras, não planejadas. Esse acompanhamento obedece a sistemática de quatro encontros com todos os coordenadores durante o ano. Para citar atividades em curso, destacaria as obras dos refeitórios, áreas de convivência e vestiários, ações que buscam dar melhor estrutura para os alunos quando no campus.

2 – O que tem de novidade da Digae para o futuro? 

A Digae está sempre atenta as necessidades dos discentes, dando apoio as ações de ensino, pesquisa e extensão. Em breve teremos novidades com o IFRN Internacional.

3 – Quais foram os desafios vencidos na sua trajetória na Digae? 

Assumi a gestão na Diretoria há quase um ano. Nesse período, que parece curto, foram muitas as vitórias. Precisei visitar aos campi e me aproximar dos gestores das Coaes, para poder conhecer as mais diversas realidades e assim entender necessidades específicas, afinal a dinâmica de trabalho é a mesma, mas as pessoas são diferentes. O diálogo e o apoio dos coordenadores foi de grande valia nesse processo. Ah, outro destaque que cito foi a construção do planejamento de 2018, trabalho árduo, realizado junto às equipes que compõem e/ou colaboram com a Diretoria.

4 – Como a Digae trabalha para melhorar a experiência acadêmica dos estudantes? 

Nosso trabalho vai além do trato com os estudantes em vulnerabilidade socioeconômica: cuidamos dos alunos de forma integral, o que compreende o pleno desenvolvimento dos discentes, incluindo a atenção e a proteção, atendendo a todo o universo de estudantes, enquanto sujeitos em formação. Desta forma – em constante parceria com o Ensino, a Pesquisa e a Extensão – incentivamos e fomentamos a participação dos alunos em congressos, olimpíadas de conhecimento, jogos estudantis e eventos políticos-estudantis. Essa jornada se dá, entre outros, graças à colaboração de diversos Grupos de Trabalhos (GT). O objetivo dos GT’s é discutir, de forma sistêmica, ações que possam atender melhor nossos alunos. Criados a algum tempo, hoje temos o GT de Saúde, GT de Nutrição, GT de Esporte e Lazer, GT de Psicologia, GT do Serviço Social e mais recente (ainda em formação), o GT dos Coordenadores da Coaes.

5 – Como as Coaes trabalham nos campi

As Coaes são um braço da Digae nos campi. Elas desenvolvem toda as ações de assistência ao estudante, contando com profissionais como assistentes sociais, médicos, nutricionistas, odontólogos, psicólogos, profissionais de enfermagem e o coordenador de atividades estudantis, que é responsável por manter todas as ações planejadas e atender as necessidades dos estudantes, para que eles se mantenham na escola.  

6 - Qual é o impacto do trabalho da Digae e da Coaes na vida dos estudantes do IFRN?

O impacto é direto, pois a Assistência ao Aluno é um direito universal. Atendemos a todos os alunos, quer seja através dos Programas, que tem como beneficiários aqueles em vulnerabilidade social, ou mesmo no apoio e suporte às ações desenvolvidas em parceria com o Ensino, na forma de aulas de campos, visitas técnicas, bolsa TAL, bolsa EJA e com a Extensão e a Pesquisa, com atividades do Mulheres Mil e participação em eventos, por exemplo. Além disso, incentivamos e fomentamos atividades sistêmicas, como os Jogos Intercampi, nos Jogos dos Institutos Federais (JIFs) e a participação em eventos de natureza político-estudantil, encabeçados pelos Grêmios, Centros Acadêmicos e o REGIF, que é a rede de grêmios do IFRN.

7 – Em 2018, haverá dois grandes eventos no IFRN: a etapa regional dos JIFs e a quarta edição da Semana de Ciência, Tecnologia e Extensão (Secitex). O que caberá à Digae nessas empreitadas? ​

Nossa Diretoria, através do GT de Esporte e Lazer, é a responsável por toda a organização técnica da Etapa Nordeste do JIFs, que acontecerá em Natal. A Secitex, que acontece na capital em 2018, terá o apoio da Digae na forma da participação dos estudantes, em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão e Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação.

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