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Reitor se reúne com gestores municipais de Parnamirim

01/12/2017 - IFRN desponta como parceiro em implantação de Parque Tecnológico

Reitor se reúne com gestores municipais de Parnamirim

Na manhã desta sexta-feira (1) o Reitor do IFRN, prof. Wyllys Farkatt Tabosa, se reuniu com representantes da Prefeitura Municipal de Parnamirim para discutir a realização de parcerias na implantação de um Parque Tecnológico que, a princípio, deverá atuar em duas áreas: Tecnologia e Turismo.

No início da reunião o Secretário de Planejamento e Finanças - Giovanne Rodrigues Júnior, apresentou um panorama atual do município de Parnamirim, que possui mais de 200 mil habitantes, com crescimento populacional que passa dos 3,5% ao ano numa área territorial que praticamente não tem mais para onde se expandir. Segundo ele, diante dessa realidade, é preciso buscar alternativas para gerar emprego, renda e arrecadação. É aí que surge a ideia do Parque Tecnológico.

“O IFRN é uma Instituição consolidada em nosso estado e com a implantação do campus em Parnamirim, criou-se um cordão umbilical com o município. A Instituição já tem experiência na criação e gerenciamento de incubadoras de empresas e startups e certamente poderá contribuir com esse processo. Também estamos buscando parcerias com as forças armadas, em especial a aeronáutica, devido a sua importância para o município, que abriga a Base Aérea e o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno”, disse.

Depois, o Secretário de Ciência e Tecnologia – Dário Medeiros e o Coordenador de Desenvolvimento e Inovação – Rafael Buriti, falaram das dificuldades que o município enfrenta na área de Tecnologia da Informação, principalmente no que diz respeito ao desenvolvimento de sistemas. Aproveitando a ocasião, o Diretor de Gestão de Tecnologia da Informação do IFRN - André Gustavo Duarte, fez uma apresentação do Sistema Unificado de Administração Pública – SUAP, criado pelo IFRN e atualmente utilizado por outros 25 Institutos Federais, além de outros órgãos, como a Escola Nacional de Administração Pública. 

“Uma de nossas características é o uso de códigos abertos que, apesar de terem sido modelados para a administração federal, podem ser adaptados à realidade das prefeituras, sem custo algum. Basta viabilizarmos treinamentos com a equipe de TI da prefeitura a fim de que possam estar capacitados a trabalhar com o Sistema”, informou.

Na sequência, o Assessor Especial de Turismo – Paulo Lopes, falou das potencialidades de Parnamirim para o fomento do turismo, citando exemplos como a Barreira do Inferno, a feirinha de Pium, o Cajueiro de Pirangi. No entanto, que antes de tudo é preciso que seja feito um inventário desse potencial para que seja criado um Observatório do Turismo. “Atualmente os únicos dados que temos são aqueles fornecidos pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis. Como prefeitura, não dispomos de dados mais específicos nem temos um conhecimento aprofundado do perfil do turista que visita a região”, ponderou.

O Reitor do IFRN lembrou de um caso recente de sucesso do Campus Canguaretama, que desenvolveu inventário completo do potencial turístico da microrregião, o que traz benefícios para todas as partes envolvidas. “O município passa a ser uma extensão do IFRN e nossos estudantes estão ávidos por isso. Projetos como esse contribuem significativamente para a complementação da formação”, disse.  “A formalização de uma parceria com a prefeitura de Parnamirim, sem dúvidas, também vai alavancar o desenvolvimento econômico, social e tecnológico. O Campus Parnamirim já tem atuação na área de robótica e também poderá contribuir com pesquisa e inovação na área aeroespacial”, completou. 

Ao final da reunião, o Assessor de Suporte Organizacional do IFRN – Francisco Mariz, falou dos próximos passos para formalizar a parceria: “Depois deste primeiro momento precisamos conversar com a gestão do Campus Parnamirim, onde propomos que seja realizada a próxima reunião. Também é importante a envolver a participação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação. Aí, então, vamos dar continuidade com os trâmites que envolvem a elaboração e assinatura de um Termo de Cooperação Técnica”, concluiu.

 

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