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INCLUSÃO

Participação feminina no mercado tecnológico é trazida em pauta pelo Code Girl

29/10/2018 - VI edição do evento ocorreu no Campus Natal - Central na sexta-feira (26)

Participação feminina no mercado tecnológico é trazida em pauta pelo Code Girl

Na última sexta-feira (26), mais uma edição do Code Girl foi realizada no Campus Natal - Central do IFRN. Com o objetivo de inspirar meninas a entrar no mercado tecnológico ou persistirem nele, esta edição trouxe as palestrantes: Gedeane Kenshima (pesquisadora do Labore - IFSP), Diana Fournier (UX Research - Grupo Zap), Rayanny Nunes (coord. de empreendedorismo - softex), Anna Gisele Ribeiro (Instituto Metrópole Digital/UFRN), Dierê Fernandez (Data Science - Cappra) e Rafaella Keury (consultora de desenvolvimento - Thoughtworks). 

"O Code me mostrou que você pode sim ser mulher e ser programadora. Dentro da área de T.I. existem várias coisas, um leque de opções, e você pode ser várias delas", disse a aluno do Campus João Câmara, Áurea França, que foi para o evento pela primeira vez no ano passado quando havia entrado no IFRN. Ela classifica o evento como inspirador, pois a sua turma, do Curso Técnico em Informática, é em maioria masculina. Ela acrescenta que o Code Girl mostra aos participantes as possibilidades de atuação no mercado de trabalho, principalmente para mulheres.

Mas o evento não é restrito à participação feminina. "Eu acho muito válida a ideia, porque mais de 50% da população é mulher, nada mais justo do que em todas as áreas de conhecimento essa proporção ser igual", comenta o aluno Edilson Marinho do curso de informática do Campus Apodi, que foi para uma edição do projeto pela primeira vez esse ano.  Ele destaca a palestra de Rayanny Nunes. 

Rayanny é formada em Comércio Exterior pelo Campus Natal-Central do IFRN. Apesar de não ter feito curso superior de Informática, interessou-se pela área e decidiu empreender. Com um amigo, fundou o  Klipbox, ferramenta de monitoramento de notícias desenvolvida no Rio Grande do Norte.

Uma das palestrantes, Anna Giselle Ribeiro, também aprovou a iniciativa do evento: "Foi um prazer poder contribuir com o Codegirl. O evento já é referência para estudantes da área de TI e cada vez mais vejo impactando pessoas, principalmente meninas, e mudando para melhor várias trajetórias. Me sinto lisonjeada de poder dividir com o Codegirl um pouco da minha trajetória e espero poder ter insipirado as meninas a não desistir e continuar nesse caminho tão apaixonante da tecnologia".

A orientadora do projeto é a professora Cláudia Ribeiro do Campus Natal - Central, o Code Girl é feito a partir do trabalho voluntário de alunas do Instituto. Apesar do foco ser nas meninas, os meninos também são incentivados a participar do evento. 

 

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