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INTERNACIONAL

Professora do IFRN leva à Hungria discussão sobre tecnologia na sala de aula

21/03/2018 - Ensino, Pesquisa e Extensão são o foco da pesquisa, realizada em escolas públicas

Professora do IFRN leva à Hungria discussão sobre tecnologia na sala de aula

Pesquisa é um relato de resultados alcançados por projeto de Extensão e de Pesquisa

Com o tema “Tecnologias na sala de aula: reflexão sobre ensino, pesquisa e extensão em escolas públicas do Rio Grande do Norte, Brasil”, o IFRN foi representado na Conferência Internacional sobre Educação e Novos Desenvolvimentos 2018, congresso internacional que aconteceu em Budapeste, na Hungria. A pesquisa foi apresentada pela professora Elizama Lemos, do Campus EaD: “fui a única representante da América do Sul no congresso, mas as pesquisas foram desenvolvidas em conjunto com as professoras Ilane Cavalcante e Thalita Motta”, disse.

Desenvolvidos em parceria com duas escolas públicas da mesma região: Escola Estadual João Tibúrcio e Escola Municipal Brigadeiro Eduardo Gomes, a pesquisa consistiu em um relato de resultados alcançados por meio de dois projetos (um de extensão e outro de pesquisa) desenvolvidos no ano de 2017 no Campus Educação à Distância.  O projeto de extensão trabalhou-se com o curso à distância “Tecnologias na Sala de Aula para formação docente”. Já com o projeto de pesquisa foi realizada uma análise sobre a utilização das tecnologias das escolas, com sua caracterização e aplicação de instrumento de pesquisa.

Conferência

A Conferência Acadêmica Internacional é uma reunião internacional entre estudiosos, educadores e estudantes de doutorado. O evento visa proporcionar respostas e explorar os processos, ações, desafios e resultados de aprendizagem, ensino e desenvolvimento humano. Tem como objetivo oferecer uma conexão mundial entre professores, estudantes e pesquisadores de vários campos acadêmicos, interessados em dar a sua contribuição nas questões educacionais.

 

 “Foi uma experiência singular, tanto pessoal quanto no âmbito acadêmico”, relatou. A professora explicou também que a viagem serviu de termômetro para medir os avanços do instituto em relação à educação à distância internacional. “Não ficamos para trás. Foi ótimo para ver que as pesquisas indicam que estamos no caminho certo”, comemorou.

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