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Extensão

Programa Mulheres Mil forma primeiras turmas no Campus Central

30/04/2013 - Cerca de 90 mulheres participaram de formatura nessa terça, 30 de abril

Programa Mulheres Mil forma primeiras turmas no Campus Central

Foto: Pedro Jotha

Na tarde dessa terça-feira (30 de abril), às 16h, no auditório do CNAT, cerca de 90 mulheres receberam seus certificados de participação nos cursos profissionalizantes ministrados pelo Campus Natal Central do IFRN, que aderiu esse ano ao Programa Mulheres Mil, inserido no Plano Brasil sem Miséria, do governo federal.

Caracterizado como programa de extensão, o Mulheres Mil do CNAT ofereceu cursos de artesanato com material reciclável, cuidador residencial de idosos, revestimento em construção civil e fitoterapia.

Num vídeo apresentado durante a solenidade, com depoimentos das participantes e docentes, a psicóloga Jedidja Varela, que acompanhou o Programa, chamou atenção para a força das mulheres, como característica marcante em todas elas. “Mesmo com dificuldades, todas se esforçaram”.

Maria de Lourdes Lopes Correa Câmara, oradora das turmas, ressaltou a satisfação de todas em participar das aulas, dos passeios, das aulas de campo e da descoberta de novas habilidades e potenciais ao longo desses seis meses: “Percebemos que estávamos mais bonitas, seguras e confiantes”. 

O professor Alexandre Spotti, da DIACON, que deu aulas de pintura no módulo de revestimento cerâmico, pontuou o desafio do IFRN de lidar com um grupo tão específico e do aprendizado recíproco que resultou dessa convivência.

A solenidade foi presidida pela pró-reitora de Extensão do IFRN, Régia Lúcia Lopes, o diretor geral do Campus Central, José Arnóbio de Araújo Filho, o diretor de extensão, Luís Antônio Soares e a gestora estadual do Programa Mulheres Mil, servidora da Reitoria, Sandra Nóbrega.

O Programa Mulheres Mil integra um conjunto de ações que consolidam as políticas públicas e diretrizes governamentais de inclusão social, educacional e produtiva de mulheres em situação de vulnerabilidade. Possibilita que mulheres moradoras de comunidades com baixo índice de desenvolvimento humano, sem o pleno acesso aos serviços públicos básicos, tenham uma formação educacional, profissional e tecnológica, que permita sua elevação de escolaridade, emancipação e acesso ao mundo do trabalho, por meio do estímulo ao empreendedorismo, às formas associativas solidárias e à empregabilidade.

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