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IFRN inicia construção do Plano de Desenvolvimento Institucional 2019-2023*

“Plano de gestão que considera a identidade da instituição para o estabelecimento dos objetivos e metas estratégicas”. Esse é o conceito fundamental do PDI, ou seja, do Plano de Desenvolvimento Institucional. No IFRN, o documento que é norteador da gestão e definidor da natureza da instituição começa a ser elaborado agora para entrar em vigor durante o quinquênio 2019/2023. Exigido pelo Decreto 9.235/2017, que dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação das instituições de educação superior e dos cursos superiores de graduação e de pós-graduação no sistema federal de ensino.

Segundo Carlos Oliveira, da Coordenação de Planejamento e Avaliação (Coplav), os trabalhos de elaboração do plano iniciaram-se com a constituição da Comissão Central, que já definiu algumas diretrizes: “Foram criados parâmetros para os trabalhos, aspectos como a estrutura e o cronograma de trabalho já foram propostos”, disse o coordenador. Além da Comissão Central, a Comissão de Logística, que vai ser encarregada de apoio ao trabalho da comissão central e das comissões temáticas, também já foi constituída.

No tocante aos campi, o Coplav, que integra a estrutura da Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (Prodes), aguarda que os diretores-gerais (DG) indiquem e enviem os nomes dos membros das 21 Comissões Locais, composta por representantes dos estudantes, docentes, técnicos-administrativos, o próprio DG, gestores e um representante da Sociedade Civil.

Codir

Em reunião extraordinária do Colégio de Dirigentes do IFRN, que aconteceu na sexta, 18 de maio, tratou-se do início dos trabalhos do PDI. Nessa reunião foi apresentado aos gestores as estruturas básicas de trabalho, ou seja, as comissões que irão atuar no trabalho. “Também foram estabelecidos os perfis de pessoas que devem participar dessas comissões e como os diretores de campi devem fazer a composição. Aproveitamos para apresentar o cronograma dos trabalhos que devem se encerrar em 30 de novembro de 2018”, disse Solange Thomaz, também da Prodes. Segundo a servidora, na reunião do 
Codir ainda houve espaço para exibição da sistemática de trabalho entre as comissões: “terminamos informando sobre a realização de um seminário de capacitação para as comissões”, ressaltou Solange. O seminário acontecerá no mês de junho, no auditório da Reitoria. Na ocasião, serão entregues manuais com o intuito de dirimir as dúvidas dos participantes, o que facilitaria a condução dos trabalhos dessas comissões.

*Quando os trabalhos foram iniciados, em abril de 2018, a perspectiva tinha por base cinco anos de eficácia do PDI, ou seja, até 2023. Contudo, em novembro do mesmo ano o IFRN foi recredenciado pelo Ministério da Educação (MEC) para atuar por mais oito anos, o que explica a alteração do Plano de Desenvolvimento Institucional para o período compreendido entre 2019-2026.

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PDI 2019-2023 - Impressões iniciais

 

Comissões se reúnem para uniformizar procedimentos de trabalho

 

Com o objetivo de sensibilizar as equipes locais dos campi para a elaboração do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2018-2023, os membros da Comissão Central se reúnem com os integrantes das comissões locais nesta quarta e quinta-feira, 20 e 21 de junho. Hoje (20), aconteceram reuniões nos campi Mossoró, Currais Novos, João Câmara e Natal-Zona Norte. Na quinta, é a vez do Campus Natal-Central.

Encerrado o primeiro dia de seminários, as avaliações são positivas. De acordo com Bruno Campelo, integrante da comissão central, os participantes elogiaram a forma como o trabalho está sendo conduzido. "Principalmente por propiciar a participação das comissões locais e das unidades", destacou. "A receptividade dos participantes é um bom indicativo de que estamos no caminho certo", comentou Marcos Oliveira, pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional.

No Campus Mossoró, a reunião foi coordenada por Tarcimária Gomes e Marcus Sampaio, reunindo as equipes de Mossoró, Apodi, Pau dos Ferros e Ipanguaçu. Em Currais Novos, trabalhando junto com Caicó, Santa Cruz e Parelhas, Robercy Alves e Carlos André comandaram as discussões. Já em João Câmara, Solange Thomaz e Fabrícia Abrantes conversaram também com as comissões locais do campus, de Ceará-Mirim e São Paulo do Potengi. Já em Natal-Zona Norte, Valdemberg Pessoa foi o responsável pelo grupo que reuniu ainda Parnamirim, Canguaretama, São Gonçalo do Amarante e Nova Cruz. Na quinta-feira (21), todos os integrantes da comissão central se reúnem com as comissões dos campi Natal-Central, EaD, Natal-Cidade Alta, Lajes e Macau.

O PDI é o documento de planejamento a médio prazo da Instituição. Ele traz a missão, visão, valores, objetivos e metas estratégicas para um período de 5 anos. A metodologia de trabalho busca a construção colaborativa, coordenada pela Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional e as comissões de trabalho.

Conheça a metodologia de construção do PDI 2019-2023

Plano de Desenvolvimento Institucional terá ações no IFRN a partir de 2019

 

 

“Prover formação humana, científica e profissional aos discentes visando o desenvolvimento socioeconômico e cultural do Rio Grande do Norte”. Essa é a missão do IFRN. Sua visão é a de consolidar-se como instituição de referência nacional, geradora de desenvolvimento cientifico e tecnológico. Essas definições estão na pauta da construção do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). Desenvolvido em comissões, o Plano fundamentará as ações do Instituto no quinquênio 2019-2023.

Reuniões

Na última quinta-feira, 02/08, uma reunião com os representantes das Comissões Temáticas responsáveis pelo Plano aconteceu na Sala de Reuniões do Gabinete da Reitoria. “Na reunião de hoje buscamos consolidar a metodologia de construção do PDI. O foco agora é trabalhar as estratégias que serão o Norte do fazer institucional para os próximos cinco anos, visando atender às necessidades dos nossos estudantes e da sociedade”, disse Solange Thomaz, coordenadora de Monitoramento de Projetos da Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (Prodes).

Organizado sob quatro perspectivas, o PDI busca, em sua etapa atual, responder algumas perguntas:

  • Estudantes e Sociedade: Para atingir os nossos resultados, que necessidades dos estudantes e da sociedade devemos atender?
  • Processos Internos: Para atender aos nossos estudantes e à sociedade, em quais processos internos devemos ser excelentes?
  • Pessoas e Conhecimento: Para atingir nossas metas, como o IFRN deve aprender e inovar? Quais e como serão usadas as suas habilidades e competências?
  • Orçamento e Logística: Para atender aos nossos estudantes e à sociedade, quais objetivos financeiros e logísticos devem ser atingidos? 

Metas

Para poder identificar as metas que trarão o real diagnóstico da Instituição, respondendo a tais perguntas, está em curso a consulta pública no SUAP, aberta a toda a comunidade acadêmica. As contribuições por esse canal podem ser feitas até o dia 10 de agosto. “É muito importante a participação e contribuição de todos nessa etapa”, destacou Solange.

Entre os participantes da reunião, gestores, docente e técnicos. Entre eles, o professor Marcos Oliveira, pró-reitor na Prodes: “buscamos estes momentos para estimular a comunidade à participação. Sensibilizamos os membros das comissões temáticas para que eles repercutam em seus campi a mensagem, estimulando o maior envolvimento de estudantes e servidores”, declarou.

O PDI

O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) é um documento exigido pelo decreto 5773/2006 e nele, entre outras informações, está descrita a atuação da Instituição. É um plano de gestão que considera a identidade da instituição para o estabelecimento dos objetivos e metas estratégicas.

Trata-se de um documento não só norteador da gestão como também definidor da natureza da instituição.  Nele estão incluídos, por exemplo, o Plano Político Pedagógico (PPP); o Plano Diretor de Infraestrutura Física dos campi e da Reitoria; o Planejamento Estratégico; a política de Educação a Distância e a Avaliação de Desenvolvimento Institucional etc.

 

Colégio de Dirigentes atua na construção do Plano de Desenvolvimento Institucional

 

Reunidos na Sala de Atos da Reitoria do IFRN nos dia 9 e 10 de outubro, os integrantes do Colégio de Dirigentes (Codir) focaram suas discussões e atividades na construção do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2019-2023. No segundo dia do encontro, foram avaliados dados para que tenha início o processo de construção do planejamento 2019, que deve ser estruturado junto às comunidades dos campi e da Reitoria.

Na terça-feira (9), os integrantes da Comissão de Desenvolvimento Institucional do PDI apresentaram aos membros do Codir a metodologia adotada para a construção do Plano, o BSC – Balanced ScoreCard (ou Indicadores Balanceados de Desempenho, em tradução livre). A técnica parte de uma avaliação do desempenho organizacional através de indicadores quantificáveis e verificáveis. Essa avaliação é feita com a intenção de definir estratégias, em busca de atingir os objetivos institucionais de forma operacional. “O BSC está voltado para o futuro, pois visa ao melhoramento interno, o investimento nos funcionários de todos os níveis e o desempenho em longo prazo”, explicou Bruno Campelo, professor do Campus Natal-Zona Norte, responsável pela apresentação.

Após a exposição, os dirigentes se reuniram em grupos para a realização de uma oficina. No trabalho, cada grupo tinha o objetivo de analisar as propostas dos campi para o mapa estratégico da Instituição. As análises foram feitas para os eixos Políticas de Desenvolvimento Institucional, Políticas Acadêmicas e de Inovação, Políticas de Gestão e Políticas de Infraestrutura.

Os resultados da oficina serão utilizados pela Comissão Central de construção do PDI como apoio na consolidação das propostas da comunidade. Para o reitor do IFRN, Wyllys Farkatt Tabosa, presidente do Codir, o trabalho foi mais do que positivo. “O dia foi emblemático. Quando recebemos as sugestões diretamente dos campi, conseguimos nos apropriar de forma mais efetiva do que é o desejo da comunidade”, destacou.

PLANEJAMENTO

Na quarta (10), os dirigentes assistiram a uma apresentação da Pró-Reitoria de Administração (Proad) sobre a previsão de gastos com contratos em comparação ao orçamento anual. O objetivo da Instituição é que os recursos voltados para a manutenção dos contratos (contas de água e luz, combustível para carros oficiais, servidores terceirizados, estagiários, entre outros) cheguem no máximo a 70% do orçamento. 

O levantamento foi realizado pelos administradores Allen Gardel (Campus EaD) e Gustavo Moura (Campus Natal-Cidade Alta). “O trabalho não está finalizado, mas nos ajuda a avaliar como está o nosso processo de distribuição de recursos para pensarmos o planejamento para o próximo ano”, finalizou o pró-reitor de Administração, Juscelino Cardoso. "Esse levantamento nos dá um parâmetro sobre o que podemos adaptar e melhorar", declarou Pollyanna Araújo, diretora-geral do Campus Avançado Lajes.

À tarde foi o momento de apresentação da matriz orçamentária do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica (Conif). A matriz define as formas de repasse do orçamento nacional aos Institutos Federais. O professor Agamenon Tavares, pró-reitor de Ensino do Instituto, destacou que já havia encaminhado para todos os servidores, através de email institucional, documentos com as explicações sobre a matriz orçamentária, que leva em considerações fatores como carga horária dos cursos. 

"Precisamos estabelecer um diálogo com toda a comunidade acadêmica sobre as questões de financiamento da educação, refletidas nessa matriz, mas acima disso, sobre os nossos currículos e ofertas. Nosso trabalho não depende apenas do fator financeiro, mas precisamos entender que é uma temática que traz consequências também na definição da matriz. Estamos em processo de avaliação das nossas ofertas. Faremos consultas e fóruns públicos para debatê-las. É importante ficar claro para alunos, servidores e toda sociedade que não abrimos mão do Ensino Médio Integrado, das concepções do nosso Projeto Político Pedagógico (PPP) e da qualidade do IFRN", explicou o pró-reitor.

O Colégio de Dirigentes é formado pelos diretores-gerais dos campi, pró-reitores, diretores sistêmicos e reitor do IFRN. A sua função é discutir os temas relacionados ao Instituto que auxiliam e repercutem na gestão, visando ao fortalecimento da Instituição e dos resultados alcançados.

 

IFRN discute oferta de cursos para o período de 2019 a 2023

 

Entre os dias 25 e 26 de outubro, no auditório da Reitoria, o Colégio de Dirigentes do IFRN, o Comitê de Ensino (Coen) e as comissões de elaboração do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2019-2023 discutiram diretrizes relacionadas às ofertas de cursos do IFRN para o período de 2019-2023. O momento contou com a coordenação do reitor Wyllys Farkatt Tabosa, em parceria com o pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Marcos Oliveira, e do Pró-Reitor de Ensino, Agamenon Tavares.

Com convocação de diretores gerais e acadêmicos dos 21 campi do IFRN, a pauta de discussão foi a oferta de cursos para o período de 2019 a 2023. O PDI é o principal documento de planejamento da Instituição. Entre outras informações, traz a missão, visão e valores institucionais, além de estabelecer metas quanto ao quer ofertamos em ensino, pesquisa e extensão, além da gestão dos recursos. Um dos pontos mais destacados foi a necessidade de cumprir as diretrizes da lei que criou os Institutos Federais quanto à porcentagem de cursos ofertados e suas modalidades.

"Tivemos bons e responsáveis debates, com definições de diretrizes e com posicionamentos claros para o fortalecimento da identidade do nosso trabalho e do IFRN", declarou o pró-reitor de Ensino. Para conduzir essa análise e adequação, os gestores e comunidades locais têm até o dia 14/11, para fazer a devolutiva à Comissão do PDI. Paralelo à reunião, a comissão central abriu um prazo para que toda a comunidade acadêmica possa fazer sugestões às propostas já delimitadas. A consulta pública está disponível no Suap até o dia 31 de outubro. 

Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI 2019-2023)

Na ocasião, os presentes puderam compreender as demandas relativas às atividades desenvolvidas pelas comissões local e interna que, juntas, trabalham na elaboração do PDI para os próximos cinco anos. Solange Thomaz,  da Pró-Reitoria de Planejamento do IFRN, ressaltou que uma nova consulta pública está disponível para críticas e sugestões relacionados aos quatro eixos abordados pelo Plano. “As comissões locais devem mobilizar toda a comunidade para essa nova etapa”, disse. A consulta está disponível no Suap até 31 de outubro. Estudantes e servidores podem participar e contribuir com o estabelecimento das metas.

Após a atual etapa, as comissões voltam a ler os enunciados e finalizam a minuta definitiva do documento. Posteriormente, o PDI é enviado para o Conselho Superior da Instituição. A previsão para finalização do documento está prevista para dezembro.

Calendário de Referência 2019

Depois de bastante diálogo e análise, o calendário de referência das atividades institucionais foi aprovado pelos dirigentes gerais e acadêmicos. Os dias letivos foram definidos atendendo aos trâmites legais determinados pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação. 

Entre as mudanças, estão o estabelecimento de 203 dias letivos, com o intuito de atender às demandas particulares de cada campus, como, por exemplo, os feriados municipais. Nesse sentido, o pró-reitor de ensino, Agamenon Tavares, destacou a necessidade de cumprimento de todos os acordos e a conscientização de que as semanas pedagógicas devem funcionar como dias letivos.

 

Gestão democrática e as metas do Desenvolvimento Institucional

 

Marcos Antônio de Oliveira, professor do Campus Mossoró e atualmente pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (Prodes) e substituto eventual do reitor Wyllys Tabosa, fala sobre expectativas, metas e diretrizes da Pró-Reitoria em entrevista concedida a Assessoria de Comunicação e Eventos (Asce), da Reitoria. 

Asce- Quais são as expectativas gerais para este ano?

Marcos Oliveira - A Prodes é o órgão do IFRN que se preocupa com o planejamento Macro institucional, portanto nós coordenamos o processo de planejamento tanto dos entes sistêmicos (Diretorias e Pró-Reitorias sistêmicas) como também, orientamos, coordenamos, acompanhamos e avaliamos todos os campi do Instituto. Além disso, passa necessariamente pela Prodes a questão do desenvolvimento institucional – nos preocupamos com a infraestrutura e planejamos demandas que devem ser consideradas prioritárias no âmbito de cada campus. Como por exemplo: a construção de novos campi, adequações, aquisição de equipamentos, gestão de recursos de emendas parlamentares, entre outros. Tudo isso passa necessariamente pelo nosso setor.

Asce- E qual é o planejamento do setor em relação às diretrizes e metas?

Marcos Oliveira - A nossa diretriz principal para realização do trabalho na Prodes e o que nos norteia é o PDI [Plano de Desenvolvimento Institucional]. Esse é um documento orientador que traz diretrizes para a atuação do instituto durante o período de cinco anos. No novo PDI, esse período será ampliado pela primeira vez para oito anos. Por enquanto estamos sob a égide do PDI 2014-2019, então o projeto é o norte que nós seguimos. Para que o PDI se concretize, nós o desdobramos nos planos de ação anual durante o seu período de execução. Sem falar do detalhamento de metas a serem atingidas nas onze áreas de atuação da instituição, fazendo do PDI nossa referência principal. Um dos fatores que pode favorecer a concretização desse grande Plano de Desenvolvimento Institucional é o orçamento da instituição, onde a prioridade absoluta na instituição os recursos da assistência estudantil, sendo portanto, o último recurso que pode sofrer alterações.

Asce- Como se dá a classificação dessas metas?

Marcos Oliveira - Nós classificamos as metas que estão colocadas no PDI em duas grandes categorias: a física e a financeira. Algumas metas para serem atingidas não precisam necessariamente de recursos financeiros, por exemplo, a realização da Expotec [Exposição Científica e Tecnológica]. Para que tal evento aconteça, a instituição utiliza recursos financeiros e econômicos, os recursos econômicos são: salas de aulas, auditórios, viaturas existentes na instituição e uma série de coisas. Então para realização de uma EXPOTEC, seriam convidados palestrantes de fora, precisando-se pagar diárias para eles – isso é financeiro. Mas nem tudo que a gente faz na instituição carece de recursos financeiros, essa é basicamente a diferente entre a meta física e a financeira. Então há muitas coisas que fazemos com o que nós já temos, não precisamos necessariamente de dinheiro para fazer pois temos uma estrutura pronta para isso.

Asce- Há previsão de ajuste orçamentário?

Marcos Oliveira - De 2014 a 2019, o orçamento de custeio da instituição se mantém inalterado. Nós não tivemos nenhum reajuste nesse orçamento (que é destinado a pagar os diversos contratos de prestação de serviços continuados), como acesso a banda larga, telefonia, pagamento dos contratos de limpeza e manutenção, direção veicular, entre outros... Estes dizem respeito ao funcionamento e se mantiveram inalterados de 2014 até 2019. Em 2018 fizemos um estudo dos tipos de contratos que temos aqui na instituição, para rever ajustes e conter gastos que poderiam ser suprimidos numa situação de restrição orçamentária. Acabamos por tomar uma série de medidas, como ajustes de contratos, que não comprometessem nosso objetivo principal: manter o ensino em todas as suas ofertas.

Asce- Qual é a meta de destaque do setor?

Marcos Oliveira - O nosso PDI. Ele começou a ser construído coletivamente ouvindo todos os campi e deverá ser apresentado ao Conselho Superior na reunião do dia 26 de abril. Nós destacamos essa meta como sendo a mais importante, por que ela orienta todo o fazer institucional de todos os campi e Pró-Reitorias, sendo o Norte da instituição.

Asce- Quais são os objetivos a longo prazo da Prodes?

Marcos Oliveira - Vamos analisar como objetivos a longo prazo aqueles que estão descritas no próprio PDI. Então, temos concretamente falando, o redimensionamento das ações de internacionalização da instituição. Coloco ainda a implantação da política de gestão de riscos, uma meta importantíssima para a instituição. Sendo assim, a partir de um estudo mais detalhado, aprofundado e integrado, vamos ter a capacidade preditiva de identificar qual é o nível de risco que tem em todas as nossas atividades. Outra questão importante que colocamos como desafio é a gestão para resultados: ‘como é que eu consigo fazer mais com menos?’. Trata-se de uma nova concepção que vai combinar com a eficiência de tudo que fazemos, referente ao nosso ensino em todos os níveis. 

Asce - Há outro aspecto que se considera pertinente ressaltar?

Marcos Oliveira - Eu gostaria de ressaltar um aspecto que acho muito caro na nossa instituição e diz respeito à gestão democrática. O IFRN participa de uma rede com 41 instituições, e o orçamento dessas instituições depende do número de estudantes que cada uma dessas possui, tanto estudantes presenciais como de educação à distância da rede federal. Dando um exemplo concreto, se o IFRN contribui com 5% de toda as matrículas da educação profissional técnica e tecnológica da rede federal, ele terá 5% dos recursos que são destinados a essa rede. Se o IFRN aumenta de 5 para 6% dos alunos, o orçamento é aplicado de forma correspondente. Nós também seguimos essa lógica internamente, então quanto mais alunos tem num campus, há a aplicação dessa regra de forma consensuada. A Pró-Reitoria de Planejamento apresenta todos os anos a metodologia para realização do planejamento. Depois dela ser apresentada, discutida e referendada pelo Colégio de Dirigentes, vamos aplicar essa metodologia para distribuição orçamentária, é assim que funciona em linhas gerais. Então é bom destacar essa questão de gestão democrática em todo o âmbito de atuação, inclusive na dimensão planejamento.

 

Projetos Estratégicos são o foco do Plano de Desenvolvimento Institucional do IFRN

 

Na manhã da última quarta-feira (28), a Comissão Temática Central realizou uma reunião que tratou da retomada do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) do IFRN. O encontrou contou com a apresentação dos Projetos Estratégicos e o levantamento de informações acerca do trabalho desenvolvido até o ano atual. Além do reitor, professor Wylllys Tabosa, membros das demais Comissões também marcaram presença.

Solange Thomaz, membro da Comissão, explica que os projetos são o elo entre as estratégias que estão sendo definidas. “Esses projetos são o que, de fato, vão fazer as atividades se direcionarem para o PDI. Hoje, o que eu faço aqui ou o que qualquer outro servidor faz, vai ter o direcionamento estratégico muito claro”, disse. Solange explicou, ainda, que a retomada também teve o intuito de lembrar que Plano foi estendido até 2026: “quando o trabalho foi iniciado, em abril do ano passado, nós tínhamos uma perspectiva de trabalhar com base em 5 anos, ou seja, até 2023. Contudo, em novembro de 2018, fomos recredenciados pelo Ministério da Educação (MEC) para atuar por mais oito anos”, concluiu.

Novo PDI

De acordo com Patrícia Albuquerque, assessora de Planejamento Estratégico, o novo PDI está sendo construído com a ferramenta Balanced Scorecard (BSC). Segundo ela, a ferramenta estabelece uma visão de futuro. “Através da BSC, construímos um ápice estratégico, onde podem ser vistos todos os propósitos que almejamos alcançar ao longo dos 8 anos, realizando assim, a nossa missão institucional” afirmou.

O Plano terá um caráter de transparência, ainda de acordo com Patrícia. É a partir da implementação que será aplicado o chamado “farol de desempenho”. “Questões como, ter conhecimento do êxito e permanência dos nosso alunos na Instituição, publicações; como é distribuído o nosso orçamento (...) tudo isso será apresentado como modelo de planejamento, configurando o novo PDI”.

O plano

O PDI é um documento exigido pelo decreto 5773/2006 e nele, entre outras informações, está descrita a atuação da Instituição. É um plano de gestão que considera a identidade da instituição para o estabelecimento dos objetivos e metas estratégicas. Trata-se de um documento não só norteador da gestão como também definidor da natureza da instituição.  Nele estão incluídos, por exemplo, o Plano Político Pedagógico (PPP); o Plano Diretor de Infraestrutura Física dos campi e da Reitoria; o Planejamento Estratégico; a política de Educação a Distância e a Avaliação de Desenvolvimento Institucional.

 

IFRN promove oficina para discutir Plano de Desenvolvimento Institucional

 

As Comissões Temáticas e Central do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) do IFRN promoveram, na última quinta-feira (21), uma oficina para levantamento de informações e deliberações acerca das metas institucionais. De acordo com Solange Thomas, membro da Comissão, “o objetivo é subsidiar duas importantes ações do PDI: o módulo do Sistema Unificado de Administração Pública (Suap) Planejamento Estratégico, que está em desenvolvimento, e o documento final que conterá o Plano”.

A oficina aconteceu na Sala de Atos da Reitoria do IFRN e contou com a presença de grande parte dos gestores sistêmicos. Solange explicou que a importância do evento reside na construção coletiva do Plano: “As Comissões Temáticas demonstraram o comprometimento da gestão em aprimorar e fazer o PDI ser, efetivamente, o que irá nortear as ações nos próximos oito anos”. Segundo ela o foco principal após a oficina, é a conclusão do documento. “O próximo passo é receber a aprovação da Comissão Central e do Conselho Superior, para dar início à implementação“, disse. "Para isso foi elaborado um calendário de visitas a todos os campi, que deverão ocorrer durante todo o mês de maio, para iniciar o processo de transição para o novo PDI”, complementou Solange. 

Para Ângela Gracindo, diretora e professora da Fazenda Escola do Campus Apodi do IFRN, “este é um momento de seriedade para analisar o que precisa ser desenvolvido e quais as contribuições de todas as Comissões Locais e Central”. Ângela ressaltou ainda que “o documento será feito a partir dessas informações, a fim de orientar as ações institucionais de forma mais eficiente”. 

PDI

O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) é um documento exigido pelo decreto 5773/2006 e nele, entre outras informações, está descrita a atuação da Instituição. É um plano de gestão que considera a identidade da instituição para o estabelecimento dos objetivos e metas estratégicas. Trata-se de um documento não só norteador da gestão como também definidor da natureza da instituição. Nele estão incluídos, por exemplo, o Plano Político Pedagógico (PPP); o Plano Diretor de Infraestrutura Física dos campi e da Reitoria; o Planejamento Estratégico; a política de Educação a Distância e a Avaliação de Desenvolvimento Institucional.

Documentos base

Comissões

Cronograma

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