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INTERNACIONAL

IFRN sediará edição 2018 do Simpósio sobre Tecnologia Espacial Básica

09/11/2017 - Em reunião realizada no dia 31 de outubro, gestores do Instituto discutiram a organização do evento.

IFRN sediará edição 2018 do Simpósio sobre Tecnologia Espacial Básica

Desde 2012 a Iniciativa Básica de Tecnologia Espacial (BSTI) vem organizando Simpósios Internacionais sobre Tecnologia Espacial Básica nas regiões correspondentes às Comissões Econômicas da ONU para África, Ásia e Pacífico, América Latina e Caribe e Ásia Ocidental. Já foram organizadas edições anteriores do Simpósio no Japão, Emirados Árabes e México. Este ano, o Simpósio será na África do Sul. Em 2018, a edição do Simpósio acontecerá, entre 11 e 14 de setembro de 2018, em Natal, com organização do IFRN, e da United Nations Office for Outer Space Affairs (UNOOSA) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

"A tecnologia espacial e sua ampla gama de aplicações contribuem com informações e serviços essenciais para muitos aspectos do desenvolvimento sustentável e pequenas missões por satélite estão se tornando cada vez mais importantes para apoiar esse papel específico da tecnologia espacial", disse Adriana Thomé, Chefe da Sessão de Relações Internacionais do INPE.

Objetivos

Entre os objetivos do Simpósio da ONU/Brasil estão: examinar questões relevantes para a implementação de pequenos programas de satélites, elaborar questões regulatórias de programas de desenvolvimento de tecnologia espacial para esta classe de satélites, bem como questões legais e responsabilidades relacionadas aos programas de desenvolvimento de tecnologia espacial para pequenas missões por satélite, continuar o desenvolvimento de um currículo de educação para engenharia espacial e discutir questões acerca da BSTI.

Segundo Adriana Thomé, o Brasil foi escolhido e aceito para sediar o evento por ser membro da ONU e detentor de um programa espacial em pleno desenvolvimento, com missões de nanosatélites de sucesso. "O evento é puramente científico/tecnológico e visa, principalmente, o compartilhamento de tecnologias e informações científicas, além da capacitação de países em desenvolvimento", finalizou.

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