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PARCERIA

IFRN realiza aula inaugural de Doutorado fruto da parceria com a Universidade de Coimbra

26/09/2019 - Na ocasião, foi realizada uma videoconferência com professor português

IFRN realiza aula inaugural de Doutorado fruto da parceria com a Universidade de Coimbra

Encontro ocorreu na Sala de Reuniões da TI, na Reitoria

Nesta quinta-feira (26), foi realizada, na Sala de Reuniões da TI da Reitoria do IFRN, a aula inaugural do Programa de Doutorado em Ciências da Computação, fruto da parceria da Instituição com a Universidade de Coimbra, de Portugal. Na ocasião, o professor Henrique Madeira, coordenador do Programa dialogou, via videoconferência, com o professor Luis Paquete, da universidade portuguesa. “Hoje estamos marcando o início do ano letivo da Universidade de Coimbra, com a qual assinamos um acordo de cooperação técnico-científico e acadêmico em fevereiro deste ano, que prevê, além do desenvolvimento de projetos de pesquisa em conjunto, também o envio de servidores para cursar mestrados e doutorados na Universidade”, afirmou o Diretor de Gestão de Tecnologia da Informação do IFRN, André Gustavo Almeida.

De acordo com André, devido ao convênio, ocorreu, a princípio, a aproximação com o Departamento de Engenharia e Informática da instituição de Portugal, que tem um programa de doutoramento em Ciências da Computação, no qual sete servidores do IFRN se inscreveram e foram aprovados. “Será uma abertura simultânea. Temos, aqui, os sete servidores do IFRN do nosso lado, e os que foram aprovados, que vão cursar já, lá em Portugal”, contou. 

Expectativas

“As expectativas são as melhores possíveis. É uma porta que se abre para nós, professores do IFRN, para fazer esse curso. Talvez, fora do convênio, nós tivéssemos que percorrer outro caminho para sermos alunos dessa Universidade”, relatou Leo Silva, professor de Sistemas de Informação no Campus Ceará-Mirim. Leo conta que tinha a possibilidade de fazer doutorado em Natal, mas que, por causa do convênio, viu a oportunidade de ser aluno de uma instituição de ensino superior internacional e renomada na área de informática.

Diante da realização dos cortes orçamentários pelo Ministério da Educação (MEC), o curso, que seria presencial, foi adaptado para a modalidade EaD. Segundo André, caso haja algum reajuste em relação à medida, espera-se que ainda se possa, pelo menos, custear a estadia em Portugal de 45 a 60 dias para esses servidores durante os quatro anos que estão previstos para o doutoramento, que tem moldes semelhantes aos do convênio que o IFRN tem com a Universidade do Minho. 

É um consenso que o fato do curso ser à distância não fará diferença na qualidade da formação dos futuros doutores: “o formato EaD não implica numa diferença no resultado final. Pela característica do curso (Doutorado), é necessária muita determinação e disciplina do aluno. Esse convênio não impede que nós, professores do IFRN consigamos algum tipo de afastamento e possamos fazer de maneira presencial. Acredito que o formato EaD não vai gerar problemas pela qualidade dos alunos que nós temos aqui”, concluiu Léo.

 

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