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IFRN lança enquete para avaliar jornada de trabalho ininterrupta

31/01/2018 - Via Suap, comunidade acadêmica poderá responder ao questionário até 10/2

IFRN lança enquete para avaliar jornada de trabalho ininterrupta

Respostas podem ser enviadas até 10 de fevereiro

O IFRN, em atendimento às orientações recebidas do Tribunal de Contas da União (TCU), lançou uma enquete para avaliar a percepção dos usuários quanto à jornada de trabalho flexibilizada e a qualidade do atendimento e dos serviços prestados nos setores que demandam atendimento ao público. Tais setores requerem atividades contínuas de regime de turnos por, no mínimo, 12 horas ininterruptas, no âmbito da Reitoria e dos campi.

Grupo de Trabalho

“Em relação às contas de 2015, a auditoria realizada pela Controladoria Geral da União (CGU) no Instituto determinou uma análise dos setores que estão contemplados com as 12 horas ininterruptas, averiguando como anda o funcionamento”, disse Raul Queiroz, que, junto a Rejane Barros e Raquel Silva, constitui o Grupo de Trabalho (GT) à frente dessa avaliação. Segundo Raul, antes da enquete, foi realizada uma pesquisa em outros Institutos Federais e em universidades que já tinham dado seguimento à avaliação, para saber como essas instituições trabalharam.

Seguindo o modelo mais comum em uso nos outros órgãos, no IFRN serão levados em consideração os usuários – servidores e alunos –, os chefes de setor e os próprios servidores que trabalham nos setores em análise. A primeira etapa da avaliação é a enquete com os servidores, mas a tarefa segue: “após a enquete com os colegas, os alunos serão consultados, para que se possa entender como é a percepção deles dessa jornada. Ainda estamos planejando o questionamento aos gestores desses setores e de cada um dos colegas que neles desempenham suas funções”, finalizou Raul. Assim, até o dia 10 de fevereiro, a comunidade acadêmica poderá responder ao questionário de avaliação do atendimento com a flexibilização da jornada de trabalho.

Resultados

Baseada nas orientações da CGU, a maioria das perguntas da enquete são com relação aos requisitos que justificam a manutenção de setores com jornada de 30 horas semanais, ou seis horas diárias para os técnicos administrativos envolvidos. A viabilidade do modelo e a eficiência das atividades desempenhadas são alvo do órgão federal, responsável pela defesa e fiscalização do patrimônio público e ao qual o Instituto tem respondido auditorias.

O objetivo do GT é alcançar uma visão ampla da jornada de trabalho flexibilizada. Segundo Raquel Silva, que também integra o grupo, “com os resultados, além de verificar o entendimento dos usuários quanto à questão posta, será possível estudar formas de melhorar o atendimento onde, eventualmente, houver falhas e melhorar ainda mais no que for considerado satisfatório”.

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Avaliação do atendimento com a jornada de trabalho ininterrupta no IFRN

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