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IFRN discute oferta de cursos técnicos

19/03/2019 - Dentre os pontos a serem discutidos, o currículo é o principal

IFRN discute oferta de cursos técnicos

"A oferta de cursos de nível médio atende cerca de 16 mil estudantes"

Dando sequência aos processos previstos no Projeto Político Pedagógico (PPP) do IFRN, a Pró-Reitoria de Ensino (Proen) trabalha a revisão global das ofertas de seus cursos. Em 2019, o setor está finalizando os Projetos Pedagógicos de Cursos (PPCs) dos Cursos Superiores em Tecnologia (CST’s) e retomando as diretrizes para os cursos técnicos, com previsão de término no início de 2019.2. Em 2018, foram concluídas as revisões dos cursos de Licenciatura.

A discussão sobre a oferta de cursos de nível médio, que atende cerca de 16 mil estudantes nos 21 campi do IFRN em funcionamento, desperta o interesse e atenção de grande parte da sociedade potiguar. A Assessoria de Comunicação da Reitoria do Instituto conversou com o pró-reitor de Ensino, o professor Agamenon Tavares, para saber mais sobre a revisão.

Segundo o pró-reitor, esse processo começou há três anos: “Em 2016 foi montada uma comissão central. De lá para cá, sempre falamos em todas as visitas da Pró-Reitoria aos campi, tanto no momento com os servidores, quanto na reunião com os estudantes, que ocorreram em todos os semestres desde 2016. Em 2017, demos uma parada por causa da Reforma do Ensino Médio, retomando em 2018”, disse.

Questões

Dentre os pontos a serem discutidos, o currículo é o principal deles. Agamenon destacou visitas feitas a outras instituições como base para o debate no IFRN: “fizemos análises de experiências de outros IFs, como o IF Farroupilha, que avaliamos positivamente”. Para o professor, a questão que vem causando polêmica é a discussão sobre a temporalidade: “o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif, em documento produzido em 2018 e encaminhado à comunidade, foi quem surgiu com a proposta de discussão sobre os 3 ou 4 anos. Essa proposição vem ao encontro do debate sobre a matriz orçamentária, proposta pelo Fórum de Pró-Reitores de Administração (Forplan), aprovada pelo Conif em agosto ano passado, passando a vigorar já no orçamento 2019. Nessa nova metodologia, numa das ponderações consideradas, os cursos serão considerados pelas cargas horárias nos Catálogos Nacionais de Cursos, o que traz uma limitação orçamentária que deve ser analisada pela comunidade neste processo.

No caso do Ensino Médio, ratificamos a opção pelo Ensino Médio Integrado, em contraposição à Reforma do Ensino Médio e à atual Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que não nos atinge, legalmente, já que atuamos para além desses documentos. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica.

Nosso intuito sempre será levar o máximo de informações à comunidade, como estamos fazendo ao encaminhar todos os documentos e relatos aos grêmios estudantis e a Rede de Grêmios do IFRN (Regif), finalizou o pró-reitor.

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