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Modernização

IFRN dá início ao fluxo de processos eletrônicos

29/12/2017 - Documentos passarão a ser tramitados pelo Suap a partir de 2/1

IFRN dá início ao fluxo de processos eletrônicos

O ano de 2018 já vai começar com mudanças para o IFRN. A partir do dia 2 de janeiro a Instituição dará início a implantação definitiva de processos eletrônicos, eliminando o uso de papel.  A medida, que diminuirá o volume de documentos impressos circulando entre os campi e a Reitoria, vem em conformidade com o Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015, que dispõe sobre o uso do meio eletrônico para a realização do processo administrativo. 

As primeiras ações de adequação à essa nova realidade começaram a surgir em 2016, quando a Diretoria de Gestão de Tecnologia da Informação (DIGTI) iniciou a implantação de módulos no Sistema Unificado de Administração Pública (Suap). O Gabinete da Reitoria também auxiliou nesse processo, dando direcionamentos sobre os tipos de documentos que deveriam constar na plataforma, bem como suas devidas estruturas (cabeçalhos, rodapés etc.). Depois, houve uma reunião com secretários executivos e chefes de gabinete dos campi, culminando com a revisão do que já tinha sido realizado e com novas sugestões.

“Em 2017 chegamos ao período dos afinamentos e da parte prática. Entre os meses de outubro e dezembro realizamos treinamentos com as equipes dos campi, que deverão agora replicar o conhecimento adquirido para os demais setores de suas unidades. Em paralelo a esses treinamentos, também trabalhamos como multiplicadores de maneira sistêmica junto às Pró-Reitorias, fazendo com que a Reitoria aderisse ao processamento eletrônico de maneira experimental”, informou a Chefe de Gabinete da Reitoria, Maria Auxiliadora Pereira de Lira.

De acordo com o Diretor de Gestão e Tecnologia da Informação, André Duarte, hoje a Instituição está preparada para essa nova realidade. “O processo é mais que adotar um novo modelo de trabalho, é uma mudança cultural e que também pede maior planejamento dos gestores, uma vez que os prazos serão cumpridos à risca e não será possível realizar alterações manuais nos processos depois de aprovados”, afirma.

Segundo ele, a iniciativa apresenta diversas vantagens como: eliminação do uso de papel, automatização de processos, promoção da sustentabilidade, otimização das ações e fluxos, maior celeridade processual o que, consequentemente, vai gerar economia de recursos públicos e maior transparência nas ações institucionais.

 

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