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Construindo conexões

Desejo por integrar a equipe do IFRN motivou participação em concurso

29/01/2018 - Rodrigo Luiz Pessoa, revisor de textos, é um dos 121 servidores empossados na última sexta (26)

Desejo por integrar a equipe do IFRN motivou participação em concurso

Rodrigo abriu mão do cargo público que ocupava anteriormente para atuar na sua área de formação. Foto: Thuan Duarte

Na última sexta-feira (26), o Instituto Federal do Rio Grande do Norte empossou 121 novos servidores concursados, sendo 77 docentes e 44 técnicos administrativos. O auditório Pedro Silveira e Sá Leitão, localizado no Campus Natal-Central do Instituto, estava lotado de histórias de pessoas ansiosas pelo início de um novo ciclo como servidores da educação. Nós fomos buscar algumas delas e, durante toda essa semana veicularemos a série “Criando Conexões”.

Ao todo, 17 campi e a Reitoria receberão novos servidores, acompanhados, desde a convocação, pela Diretoria de Gestão de Pessoas. Gerindo sistematicamente as políticas de Pesquisa e Inovação do IFRN, a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação, através da Editora IFRN, passa a contar com o apoio de Rodrigo Luiz Silva Pessoa, aprovado no concurso regido pelos Editais 19/2016 e 21/2016, para o cargo de revisor de texto.

A coordenação da Editora IFRN realizou no último ano de 2017 o lançamento de mais de 40 obras, além de um catálogo que mostra todas as publicações já produzidas através do órgão ao longo desses 12 anos de atuação. Agora, passa a contar com a colaboração de Rodrigo, que é mestre em Linguística Aplicada.

O rapaz é jovem em idade, mas já possui bastante experiência profissional. Servidor concursado na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o revisor não pensou duas vezes antes de assumir a vaga no IFRN, uma vez que na Instituição anterior não trabalhava em sua área de formação. Essa, inclusive, era a grande inquietação de Dona Lúcia, mãe de Rodrigo, que muito desejava ver o filho atuando na área em que ele tanto se dedicou na faculdade.

Segundo o servidor, o desejo por construir conexões com IFRN já era nutrido há dez anos: “Eu até tentei o exame de seleção para ser aluno do IFRN, mas, à época, não deu certo. Finalmente cumpri o dever e a aprovação que fiquei devendo no ensino médio conquistei agora no concurso público”.

Sua expectativa sobre o trabalho que desenvolverá junto a Coedi é a melhor possível, e Rodrigo espera permanecer no Instituto por muito tempo: “quem sabe até o restante da carreira!”.

 

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