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Artista nipo-indígena apresenta palestra-show no IFRN

12/09/2019 - Compositor foi indicado como Melhor Cantor ao Prêmio da Música Brasileira 2018 na categoria regional

Artista nipo-indígena apresenta palestra-show no IFRN

Cantor se apresenta no dia 17 de setembro, às 19h, no Campus Cangueretama do IFRN

Após lançar o primeiro vídeo da série “Solo Atlântico”, o cantor e compositor paulistano, Vitoru Kinjo, vem ao Nordeste para uma série de atividades em Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba. Em terras potiguares, Kinjo apresenta a palestra-show “Cantos da Memória Diaspórica”, no dia 17 de setembro, às 19h, no Campus Canguaretama do IFRN. 

Trazendo a brasilidade e sonoridade da Serra do Mar, onde o cantor vive e desenvolve sua pesquisa artística, Kinjo apresenta sua pesquisa transdiciplinar sobre arte, ciência e sociedade, além de canções do seu primeiro disco KINJO (Matraca Records/YB Music, 2017), e interpretações de Dorival Caymmi, Caetano Veloso e Mercedes Sosa. Ao piano e violão, o cantor vem acompanhado de Eduardo Colombo na voz e percussões.

Lançamento do primeiro vídeo da série 'Solo Atlântico"

Solo Atlântico, que acontece nesta quinta-feira (12), é uma série de 4 vídeos filmados na SAMAUMA Residência Artística Rural, espaço de pesquisa e criação co-fundado por Kinjo na Serra do Mar. Na série, o artista apresenta suas canções autorais em versão solo, ao piano ou violão, mas sempre em contato com os sons da Mata Atlântica. O teaser foi lançado no dia 4 de setembro e o primeiro vídeo entra no ar no próximo dia 12 com a canção 'Canto da Manhã'.

Retornando dos EUA, onde apresentou-se no Boston Green Fest e realizou pesquisa de campo no Rio Hudson, em Nova York, o artista e cientista social circulou pelo Rio de Janeiro, Porto Alegre e leva também oficina, palestra e show à Universidade Federal da Paraíba nos dias 21 e 22 de setembro, em João Pessoa.

Significado de Kinjo

Kinjo é o boi nipo-maranhense, folk com sotaque latino, bolero LGBTQI+, ciranda afro-asiática. Uma performance musical que narra sobre identidade, diversidade e sustentabilidade no século XXI, numa defesa do afeto e da resiliência como ações políticas do presente.

Especificamente, ele apresenta reflexões de sua tese de doutorado em Ciências Sociais “Cantos da Memória Diaspórica: representações, (des)identificações e performances de Mishima a Okinawa”, defendida em 2015 na Unicamp, bem como questões de sua pesquisa mais recente. Atualmente, Kinjo é pós-doutorando no programa Cidades Globais do Instituto de Estudos Avançados da USP com um projeto sobre cultura e  revitalização de rios urbanos, apoiado pela FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

Sobre Vitoru

Cantor, compositor e pesquisador indicado ao Prêmio da Música Brasileira 2018 como Melhor Cantor (regional). Nascido em São Paulo, começou a cantar na infância: música japonesa. Iniciado no piano aos 7 anos e no violão aos 12, foi influenciado pela música brasileira, norte-americana, latina e europeia da vitrola de seu pai e pela música pop da década de 90. Na juventude, aprofundou estudos no violão, piano e canto, compôs suas primeiras canções e apresentou-se em festas, festivais e encontros culturais. Bacharel em Ciências Sociais pela PUC-SP e em Economia pela USP, é mestre em Sociologia e doutor em Ciências Sociais pela UNICAMP, onde defendeu a tese “Cantos da Memória Diaspórica”. Também estudou canto, dança e teatro com Maud Robart (Haiti/França), Yoshito Ohno (Kazuo Ohno Dance Studio/Japão) e Thomas Richards (Workcenter of Jerzy Grotowski and Thomas Richards/Itália). Em 2015, fundou a SAMAUMA Residência Artística Rural, na Serra do Mar (Mogi das Cruzes-SP), e em 2017 lançou seu primeiro disco, KINJO, pelo selo Matraca/YB Music.

Já apresentou-se em um diversos centros culturais, festivais e universidades do Brasil e do mundo como Itaú Cultural, SESC, 13rd Boston GreenFest, VI World Uchinanchu Festival, Harvard University, New York University, Universidade Federal do Mato Grosso e 18º Fórum da ONU para Questões Indígenas. Em 2019 iniciou o pós-doutorado junto ao Instituto de Estudos Avançados da USP, com o projeto "A revitalização de rios em cidades globais: desafios de São Paulo e experiências internacionais".A pesquisa integra o Programa USP-Cidades Globais, do IEA-USP, e o Projeto Temático FAPESP "Governança Ambiental na Macrometrópole Paulista". Seu sonho é atravessar de barco todo o percurso do rio Tîetê.

Para saber mais, acesse:

Kinjo

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