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Intercâmbio

Ex-aluno intercambista volta ao CNAT e troca experiências com estudantes

07/02/2017 - O alemão Rico Micas foi aluno do Instituto entre 2005 e 2006

Ex-aluno intercambista volta ao CNAT e troca experiências com estudantes

Rico Micas (de regata) ao lado da professora Iaçonara Miranda e os alunos intercambistas do CNAT

Troca de experiências entre alunos intercambistas marcou a aula do projeto “Português Língua Adicional”, na tarde da última terça-feira (7), no Campus Natal Central do IFRN.

A professora de português do CNAT, Iaçonara Miranda de Albuquerque, recebeu a visita do ex-aluno, o alemão Rico Micas, para uma tarde de conversas com os atuais intercambistas do Campus. A oportunidade foi, também, de treinar o português dos estudantes, uma vez que eles foram desafiados a fazerem perguntas ao visitante na língua falada no Brasil.

Rico Micas estudou no país entre os anos de 2005 e 2006 quando o Instituto ainda era conhecido como Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET). Na época, teve a oportunidade de morar com duas famílias potiguares, com as quais ainda mantém contato.

Segundo o ex-aluno, que chegou ao país sem falar qualquer palavra em português, a experiência no projeto o ajudou a vencer a timidez: “Eu era bastante tímido, e as aulas me ajudaram a ter uma autoconfiança”, explica.

Ainda segundo Micas, aprender outro idioma foi um diferencial para que ele se aproximasse mais da família do pai, que é de Moçambique, país africano que tem o português como língua oficial.

Hoje Rico é piloto de avião pela empresa Lufthansa e mora em Frankfurt, na Alemanha. “A minha experiência no Brasil foi massa”, finaliza utilizando uma gíria natalense.

O projeto “Português Língua Adicional” caminha para os vinte e dois anos em 2017. As aulas ministradas pela professora Iaçonara Miranda vão além do ensino do idioma e proporcionam aos intercambistas lições de história e geografia do Brasil, dentro do CNAT e em visitas a pontos turísticos do Rio Grande do Norte.

“Na proposta pedagógica que utilizo com eles (alunos do projeto), é necessário vivenciar para pensar. Aqui eles aprendem que não há diferenças entre nacionalidades. Que gente não é estereótipo, gente é unidade”, enfatiza a professora Iaçonara Miranda. 

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