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Histórico

O Campus Mossoró do IFRN, localizado na região semi-árida, a 277 km da capital do Rio Grande do Norte - foi a primeira unidade de ensino descentralizada da então Escola Técnica Federal do Rio Grande do Norte-ETFRN, contemplada pela política de interiorização da educação profissional, tendo sido inaugurada em 29 de dezembro de 1994.

Com a denominação de UNED-Mossoró, a instituição foi construída num terreno cedido em comodato pela antiga Escola Superior de Agricultura de Mossoró (Esam), hoje Universidade Federal do Semiárido (Ufersa).

Inserido no segundo maior município do Estado, com uma população estimada em 230 mil habitantes, o Campus Mossoró possui uma infraestrutura capaz de atender a 1.800 alunos de seus cursos regulares, além dos outros cursos de curta e média duração de programas específicos (Pronatec/Bolsa-Formação, FIC, entre outros).  

Atualmente, o Campus Mossoró oferece educação profissional com cursos técnicos em Edificações, Eletrotécnica, Informática, Mecânica, Petróleo e gás, Saneamento e Segurança do Trabalho.  No ensino superior, os cursos oferecidos são de Tecnologia em Gestão Ambiental e de Licenciatura em Matemática, além da especialização em Educação e Contemporaneidade, mantendo-se em consonância com o desenvolvimento econômico local.

O Campus também mantém parcerias importantes com as empresas da região.  Uma delas é a Petrobras, que entre outras ações, instalou uma sonda para treinar os alunos em operações de produção de petróleo e gás e de trabalho em altura de uma forma geral.

Sua área de atuação abrange, ainda, os municípios de Tibau,  Grossos, Areia Branca, Serra do Mel, Governador Dix-Sept Rosado e Baraúna, atendendo a uma população de cerca de de 350 mil habitantes, potencialmente beneficiados com o IFRN na região.

O município

Cidade pioneira na abolição da escravatura, foi de Mossoró também o primeiro voto feminino do Brasil e a resistência ao bando de Lampião, comemorado pelos mossoroenses com o espetáculo “Auto da Liberdade”.  Segundo Luiz Câmara Cascudo, as primeiras entradas na região teriam ocorrido por volta de 1600.  De lá para cá, a cidade foi se transformando em um dos principais polos do interior nordestino a ponto de ser considerada hoje, pela imprensa especializada, como uma das mais atraentes para investimentos no País. O município é o segundo maior do Estado e o primeiro em receita de exportação - 32,1% do total.  Os principais produtos exportados (em valor) são: frutas (melões, castanhas, bananas, mangas e melancias), sal marinho e ceras vegetais.  O município se destaca também pela produção de petróleo e gás.

 

 

 
 

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